A dona da casa [18+]

Era época de férias, estava indo para uma casa que não conhecia a dona, para mim era apenas uma senhora com seus 50 anos.

Uma amiga tinha me convidado para passar alguns dias e me sugeriu essa casa, fui na pressa, pois não tinha muito tempo.

Chegando na porta da casa, toquei a campainha e ouvi um grito de jovem pedindo para esperar, pensei que fosse a filha da dona. A porta abriu, cabelos pretos, lábios carnudos, pele macia, uma bunda gostosa que me estigava só de olhar.

– Olá, a Verônica me sugeriu sua casa pra me hospedar.

– Sim, ela me avisou que estava chegando, prazer Marcia, dona da casa.

– O prazer é meu, Márcia.

Cumprimentei ela com um beijo rosto e sentindo seu perfume, percebi que estava fresco, talvez recente.

Entramos e me pediu pra seguir ela, a casa tinha dois andares,eu dormiria no andar de cima onde ficavam os quartos. Na subida, comecei a notar os detalhes daquela mulher, mesmo não sabendo o que aconteceria dali em diante, estava sentindo um tesão e imaginando ela de quatro pra mim.

– É nesse quarto que você ficará, o banheiro é fora do quarto no final desse corredor.

– Ta bom, obrigado.

– E se precisar de ajuda, pode bater no quarto que vou atender, mesmo de madrugada…

Parei por um instante, pensando no que ela estava dizendo com aquilo, mas me tomei pela inocência e agradeci pela atenciosidade.

Deixei minhas coisas na casa, fui para rua procurar um lugar pra almoçar que mais tarde me encontraria com a Verônica. Amiga de internet, era linda também, carioca, loira, aquela boca carnuda, mas tinha namorado e não é minha praia transar com mulher comprometida.

A noite chegou, fui para um barzinho encontrar ela, ficamos até de madrugada e voltei pra casa. Era quatro da manhã, entrei na casa, subi bem devagar para não acordar a Marcia, cheguei a porta, mas a porta estava trancada e achei estranho. Tinha esquecido de pegar a chave do quarto, pois fiquei avoado quando estava com fome na saída…

Fiquei aflito, iria acordar a Marcia na madrugada pela minha irresponsabilidade. Fui ao banheiro para me concentrar e imaginar o que falaria pra ela. Sai do banheiro, bati na porta e ouvi ela gritar.

– Pode entrar!

Pensei comigo, algo está estranho nessa casa.

Ao entrar, vejo ela de calcinha e sutiã.

– Estava te esperando…

Me esperando? —  Sério que essa mulher era pervertida e não desconfiei.

Entrei, fechei a porta, ela se levantou, chegou perto de mim e começou a me beijar. Com a mão direita pegou na gola da minha camisa e com a esquerda no meu pau. Sem hesitar, me jogou na cama, subiu em cima de mim e o beijo rolou solto. Fui tentar fazer algo e ela disse pra eu ficar quieto.

Comecei a entender que aquela mulher gostava de tomar conta da situação, era dominadora. Me deixei solto só esperando os momentos de prazer…

Me beijando, começou a passar a língua no meu pescoço e roçando sua mão em meu pau, tentei tirar a calça, mas ela bateu na minha cara mandando eu ficar quieto.

Me pediu pra ficar pelado e deitar de novo…

Aquela boca quente começou a descer, passou em meu peito, chupando e olhando pra mim com cara de danada. Descendo mais um pouco, ela tirou minha calça, segurando com força o meu pau por cima da cueca.

Ela voltou pra cima e começou a roçar sua bunda no meu pau, me olhando com uma cara maléfica, aquela risada de quem queria sentar gostoso até gozar. Enquanto ela roçava, comecei a bater naquela bunda gostosa, mesmo com força, me pedia pra bater com mais força e assim aceitei. Era cada tapa forte e de troca recebia arranhadas que machucavam…

Desceu novamente tirando minha cueca, ela gostou do que viu e começou a lamber devagar. Primeiro foi a cabeça, passava a língua devagar e chupava só ali. Depois passou a língua em tudo e me olhando com aquele jeitinho de puta na cama.

Me sentia com muito tesão, chamando ela de vários nomes, me pediu que batesse na cara dela. Com vários tapas, batia meu pau em sua cara, dizendo que era um Deus Grego, de tão gostoso e grosso.

Ela levantou, tirou sua calcinha e foi descendo devagar pra sentar gostoso. Sentando, logo em seguida gritou de tesão e começou a cavalgar. Aquela bunda gostosa, não parava de bater naquela delicia, apertando sem parar.

Socava meu pau naquele corpo quente que se derretia a cada vez que eu enfiava gostoso. Ela se levantou e me pediu pra comer ela de quatro, de lado, de frente.

Gozou gostoso três vezes. Eu com tanto tesão disse que iria gozar, ela ficou sentada esperando de boca aberta meu gozo sair. Espirrou na sua cara e logo depois em sua boca, ela ficou toda lambuzada e se deliciando em meu pau.

Logo em seguida me deu as chaves do quarto e disse que poderia dormir, fiquei mais três dias na casa e toda noite meu quarto estava trancado, na espera de uma transa louca com a dona da casa.

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