A recepcionista [18+]

Era um sábado, cheguei numa cidade do interior para passar um final de semana relaxando depois de algumas semanas intensas no trabalho. Pelo cansaço, não percebi nada ao meu redor quando entrei no hotel, cheguei na recepção, era troca de turno. O atendente pediu que eu aguardasse sentado nas poltronas que a recepcionista iria me atender, peguei meu celular e comecei a ler algumas coisas para passar o tempo.

 — Gustavo!

Olhei para trás e vi uma morena que aparentava ter seus 25 anos, cabelos pretos, um sorriso lindo e olhos claros. Cheguei falei meus dados e pela minha surpresa ela não parava de me olhar, até olhei para trás para saber se tinha alguém, mas comecei a ficar sem reação depois de algum tempo.

Ela me deu as chaves e por educação perguntei o nome.

 — Amanda!

— Obrigado Amanda, tenha uma boa tarde.

Subi para meu quarto e fiquei pensando nela por alguns minutos.

 — Preciso conversar com ela e saber se ela é solteira.

O dia estava lindo e quente, então resolvi entrar na piscina… Desci e passei perto da recepção só para saber se era real o que eu imaginava. Ela começou a olhar fixadamente, deixando o cliente falando sozinho. Acenei e mandei um beijo, ela ficou com vergonha e virou o rosto.

Após a piscina, dei uma volta na cidade perto do hotel, conhecendo novos lugares e comprando algumas coisas.

Voltando para o hotel, dormir até às 23h, pois, estava muito cansado. Acordei, senti aquela fome depois do sono e liguei para recepção e pedir um jantar. A Amanda atendeu e disse que estariam levando em breve ao meu quarto.

Passaram-se alguns minutos, ouço a campainha tocar, atendo e pela minha surpresa é a Amanda que trouxe.

 — Te abandonaram?

— Não, é que meu turno já acabou e senti vontade de entregar seu jantar.

— Entre, pode colocar em cima da mesa.

Mesmo que eu estivesse muito afim, também batia a incerteza por não conhecer nada sobre a Amanda. Ela entrou, ficou de costas e percebi como suas coxas eram grossas e sua bunda empinada, minhas mãos coçavam com uma vontade de apertar. Comecei a imaginar ela de quatro e eu enfiando gostoso, ela gemendo, eu pegando em seus cabelos com força e pedindo para continuar.

Ela deixou algo cair no chão e ficou numa posição que dava para ver além da saia dela, fiquei com o coração acelerando quando percebi que ela não estava de calcinha. Bateu aquela adrenalina e perguntei se ela queria ajuda, ela com um sorriso que demonstrava muito além de um agradecimento, disse que sim.

Fiquei ao lado dela, agachei, peguei as coisas do chão, levantamos juntos, cara a cara, ela olhou para minha boca e meus olhos e sem hesitar, comecei a beija-la.

Foi um beijo calmo, aquele que nos conectamos e nos entregamos somente de alma. Após beija-la, dei aquele sorriso tímido de dois segundos e voltei a beija-la com gosto.

Joguei ela para cama, sabendo que estava sem calcinha, beijava e acariciava com meus dedos, ouvia seu gemido tímido, querendo bem mais que aquele momento.

Tirei a camisa social e a saia dela, ficando pelada, nem sutiã usava, já estava preparada para o sexo. Beijando sua boca, desci a língua para seu pescoço, após iniciar, senti suas unhas arranhando minhas costas. A cada adrenalina que sentia, as minhas costas ficavam mais arranhadas. Aquela pele morena e perfumada, a cada beijo era uma sensação gostosa.

Desci até seus peitos, sentindo com as mãos como eram gostosos, olhei para ela e sorri, ela ficou me olhando e perguntando a si o que eu aprontaria. Com a língua, passei nos bicos, fazendo a troca e seus olhos se contorcendo de tesão. Ouvia seus gemidos e seus xingamentos… cada chupada, cada lambida que pudesse fazer ela gemer e se contorcer, era uma vontade incessante dentro de mim.

Dos seus peitos, fui descendo com a língua e sentindo seu corpo quente, cheguei em suas coxas, aquela tatuagem na perna direita me deixou mais excitado. Gosto de mulheres tatuadas, demonstram que gostam não somente do desenho, mas das dores que sentem com a agulha tocando o seu corpo.

Ela abriu suas pernas esperando que eu a chupasse logo em seguida, mas era fácil assim. Eu queria provocar, então me direcionei para sua perna esquerda e comecei a beijar e morder devagar, olhava para ela com cara de safado. Troquei e fui para a direita…

Me pediu para chupa-la e disse que havia uma surpresa, ela levantou rapidamente e trouxe um pote que havia morango. Disse que amava morango e queria sentir essa mistura dos meus lábios com uma fruta tão doce.

Comecei a me deliciar e percebi que a combinação era perfeita, a cada lambida e chupada, era gritava de tesão e me xingava loucamente. Ela com o tesão a flor da pele, se levantou, tirou meu pau para fora do shorts e começou a chupar. Onde estava o morango, também havia calda de chocolate, ela buscou e começou a passar em meu pau… Lambendo de lado para a calda não cair no chão, me olhava com cara de safada.

Ficou de quatro, bateu em sua bunda e me chamou…

 — Me come gostoso!

Com meu pau todo melado de chocolate e salivas daquela morena, comecei a enfiar devagar, mas pediu para aumentar e socar com força. Peguei em seu cabelo e comecei a puxar para mim, ela adorou e pediu para continuar. Era uma cachorra, eu batia em sua bunda, xingava e ela pedia mais.

Parei, deitei na cama, ela sentou com a bunda virada para mim e começou a cavalgar de costas. Depois de algum tempo ela passou suas pernas por baixo das minhas, deixando sua buceta apertando meu pau e começou a rebolar bem devagar…

Virou, levantou, sentou bem devagar e começamos outra vez, seus gemidos, me pedia para socar, eram gritos gostosos e tapas em minha cara.

 — Mete seu cachorro, gostoso, quero você me comendo.

Aquelas palavras me deixavam com uma sensação de foder ela ainda mais…

 — Quero anal, esse pau gostoso me deixou com vontade.

Ela tirou meu pau e enfiou devagar em seu cuzinho…Estava apertadinho, ela começou a gemer bem baixinho em meu ouvido, meus braços já estavam arranhados, meu peito também, aquelas unhas grandes me faziam sentir dor e retribuir com safadeza.

Foram diversas posições, até o momento que senti vontade de gozar. Ela pediu para que gozasse na boquinha dela, fiquei em pé e ela de quatro, esperando o leite quente. Peguei em seu cabelo com força e puxei sua cabeça para perto do meu pau, gemendo gostoso, até que gozei… Vi ela se deliciando e engolindo tudo, ela voltou a chupar e disse que queria mais.

Liguei a banheira e ficamos nos pegando, comi ela ali outra vez. Ela foi embora e eu dormi.

No outro dia ela me ligou da recepção no horário de trabalho, para dar uma advertência, pois, eu tinha feito barulho na noite anterior e os quartos ao lado reclamaram. Me disse para pedir outra vez, no mesmo horário, outra janta que ela levaria até meu quarto.

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