O acampamento [18+]

Era época de férias, combinei de fazer um acampamento com a galera numa praia deserta. Não sabia quem seriam as mulheres que iam, então fui sem segundas intenções.

Para ninguém se perder, fizemos o encontro num posto, um ponto de partida. Era 9 da manhã, queríamos aproveitar o dia todo na praia e no fim, curtir a noite com fogueira, violão, bebidas…Mas não sabia que seria tão bom assim.

Como fui sozinho, cheguei primeiro e os outros amigos demoraram por causa das garotas, elas costumam se atrasar, pois querem levar a casa na mala. Estava encostado no carro, bebendo água, era verão, então não estava frio. Encostou dois carros, com dois homens e 3 mulheres em cada carro.

No segundo carro desceu a garota que seria minha perdição naquele dia. Ela media 1.59, peitos fartos, uma bunda sensacional… Altura que não precisava de muito esforço, caso ela quisesse pagar um boquete em pé.

Cumprimentei ela, com um beijo no rosto para sentir seu perfume gostoso e no abraço, encostar meu corpo ao dela para perceber que sua pele morena era macia e delicada.

Tivemos por alguns segundos, uma troca de olhar e era isso que eu queria. Logo depois perguntei se alguém queria carona e ela olhou para trás levantando a mão…

Abrir um sorriso e entramos no carro.

Eu — Antes de qualquer coisa, você gosta de ouvir o que?

Ela — Para hoje quero algo mais animado, uns pancadões, mexer o corpo…

Eu — Então sei do que você gosta — Com aquele olhar e um sorriso safado.

Pouco importava o nome dela, olhando para frente e dirigindo, às vezes perdia o foco, pois, na minha imaginação, estava transando loucamente com ela.

Começamos a conversar, papo vai e vem… Ela começou com uma certa intimidade, dizendo que eu era bonito, perguntou se eu tinha namorada, sim, altas indiretas com a intenção de marcar território.

Não sendo bobo, entrei na onda, mas sem tentar nada, deixando ela com a pulga atrás da orelha. A mulher gosta ser desejada, mas quando ela deseja, faz qualquer coisa para provar isso…

Chegamos na praia, paramos, descemos do carro, ela me ajudou a tirar as coisas do porta-mala e logo em seguida, preparou com a canga, o local que ela tomaria sol.

Então começou a perdição, primeiro ela tirou a blusa e mostrou a parte de cima do seu biquíni. Com uma marquinha de sol dos dias anteriores, comecei a ficar excitado.

Depois com um jeito sensual, tirou o shorts, queria provocar e até olhou para trás dando um sorriso.

A minha intenção era ficar de sunga, mas naquele momento era impossível fazer aquilo, estava sedento de tesão e o volume seria nítido.

Ela — Não vai ficar de sunga?

Eu — Esperarei um pouco, quer que eu passe bronzeador em você?

Ela — Ótima ideia!

Ela tirou da bolsa o bronzeador, então ficou deitada com o bumbum para cima. Passei primeiro nos ombros bem de leve, aproveitando o máximo aquela pele hidratada. Descendo, cheguei na sua bunda empinada. Alisava e de vez ou outra, apertada para ver a reação, mas não reclamava.

Dei uma parada, me levantei, mesmo de pau duro, fiquei de sunga. Ela olhou para cima e comentou.

Ela — Que sunga linda, amo azul!

Eu — Gostei do seu biquíni também.

Ela — Passa mais bronzeador, faltam minhas pernas.

Terminei de passar nas pernas e me deitei ao lado dela com a cabeça para cima, demonstrando que eu estava excitado e que ela era o motivo.

Depois de meia hora eu resolvi entrar no mar e chamei ela.

Ela se levantou e foi comigo, entramos devagar, pois, estava meio gelada. Fomos para o fundo e chegou um momento que não dava pé para ela, perguntei se queria ajuda, então ficou de cavalinho comigo.

Parei e ficamos aproveitando, ela se desprendeu e resolveu ficar na minha frente, abraçada. O clima esquentou e dei um beijo devagar nela, para nivelar o fogo que eu estava sentindo.

Por sorte a água do mar era ótima para banho…

O beijo estava bom, mas o fogo era maior.

Ela — Me come!

Não hesitei, tirei meu pau da sunga, ela colocou seu biquíni de lado e começou a rebolar. Ela me arranhando e chupando minha orelha, eu metia com bastante força só para ouvir os gemidos dela.

Fiquei de costas para a praia, para não perceberem a situação, mas às vezes deixávamos na cara a sacanagem que estava acontecendo.

Chegando no momento de gozar, tirei meu pau e gozei fora. Ficamos por alguns momentos na água se beijando e depois fomos para a areia.

Depois da transa, senti uma fome, me enxuguei e peguei as coisas para comer. Ela por seu lado, ainda ficou deitada tomando sol…

Após comer ela e a marmita que tinha preparado, me deitei ao lado dela e dormir. Era 2 da tarde, então o sol não estava tão forte assim.

Para pegar no sono, fiquei lembrando das cenas que tive com ela no mar e então, fiquei de pau duro outra vez. Não importava, mas senti um certo ciúmes quando algumas garotas chegavam perto de mim. Era o feromônio pós sexo que deixava as mulheres excitadas.

Deitei até o entardecer, tomei banho na ducha que ficava perto do local do acampamento. Mas ela pediu companhia para tomar banho por receio do perigo.

Não tinha ninguém por perto e ela começou a me provocar, tirando uma peça de roupa e depois outra.

Eu — Toma banho logo, assim podemos ir para a barraca.

Ela — Não, faremos aqui.

Eu — Aqui é arriscado, pode chegar alguém…

Ela — Assim que é bom, quero sentir a mesma adrenalina da praia.

Eu — Você não perde uma.

O lugar do banho não era aberto e sim box sem porta. Eu estava tampando a entrada de frente para ela. Fiquei olhando para fora, verificando se alguém aparecia.

Senti meu shorts sendo desabotoado, olhei para ela com cara de insistente para não fazermos…Mas aquela boca começou a se esfregar em meu pau, passando a língua de lado e não resisti.

Com uma mão empurrava a cabeça dela, a outra me apoiava na parede do box e olhando o movimento. De repente ouvi um barulho vindo do mato, senti um frio na barriga, segurando o cabelo dela com força, ela achou que eu estava sendo intenso, mas, na verdade era medo de ser alguém.

Por sorte era apenas um rato selvagem que se assustou e foi embora. Levantei ela, comentei para tomar banho logo, pois, as pessoas iriam sentir nossa falta.

Ela estava achando graça e a cada parte do corpo, se acariciava bem devagar, fazendo o movimento com o dedo me chamando para entrar no banho.

Terminou e me pediu para enxugar ela, ficou de costas, senti suas curvas e por fim, um tapa com a pegada em sua bunda.

Voltando para o acampamento, a galera estava tocando violão e conversando. Me distanciei dela para conversar com os amigos, para disfarçar, mesmo que fosse óbvio que estávamos nos pegando.

Começamos a beber, entramos em algumas brincadeiras com bebidas e o motivo de todos ali era mesmo. Aos poucos foram formando os casais e ela chegou junto, de frente me deu um beijo para marcar território, sentou ao meu lado e me abraçou.

Depois de algumas horas os casais começaram a entrar nas barracas, mas pelo calor do momento a minha já estava armada. Ficamos nos beijando até que a praia estivesse vazia, perguntei se ela queria entrar ou ficar do lado de fora.

Ela sugeriu que entrássemos, então ao chegar, deitou-se e me chamou para sacanagem. Tirei o shorts dela, a calcinha, retribuiria tudo o que ela fez comigo ao longo do dia.

Abrir as pernas dela e senti seu corpo quente, estava toda molhada. Olhei pra ela e comecei a chupa-la, lubrificando sua buceta com a minha língua. Não me sentindo satisfeito, combinei meu dedo com meio e a língua, para deixar ela mais excitada e não estar tão apertadinha quando enfiar meu pau.

Me levantei, tirei meu shorts, ela ficou de joelhos e começou a mamar gostoso. Foi por alguns minutos até ficar excitado…

Começamos de frente, ela até mencionou algumas posições do kama sutra, mas estava meio alegre para lembrar de todas. Deitei e por cima, ela começou a cavalgar. Foi de lado, de quatro, até ela se cansar e pedir leite quente na boquinha.

Ficou de joelhos e com a língua para fora esperando eu gozar.

Eu — Vem cá, engole tudo.

Gozei gostoso em sua boca e ficamos nos beijando até dormir de conchinha…

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