O sabor do oriente [18+]

A verdade é que não é somente sushi que me deixa com água na boca, uma mulher com olhos puxados deixa-me instigado… Ela aparentava ter trinta anos, mas com corpo de vinte.

Era minha coordenadora, usava roupa social, um salto que deixava suas pernas torneadas. Sua pele macia de uma mulher madura que se cuidava, era claro que as outras mulheres ficavam com aquela inveja.

Sempre que ela passava por mim, percebia aquele sorriso que não era para cumprimentar, até por que nos víamos diariamente, mas sentia que se houvesse alguma oportunidade, algo rolaria entre nós.

Ouvia as mulheres fofocarem, diziam que ela era um dragão, mas o único que eu conseguia ver, estava nas costas quando ela tirava foto no Instagram.

Ela sabia e deixava muito cara na vontade, mas não se exibia à-toa, queria ser desejada.

Eu ficava no impasse, será que está me dando mole ou é apenas o jeito dela? Não tínhamos muito contato, eram reuniões formais em grupos e ambos não criavam situações para ficarmos a sós. Mas como o destino é bondoso comigo, uma bela sexta-feira chegou e ela convidou todos para um happy hoje perto do trabalho. E mais uma vez ela estava gostosa, cheirosa e com um belo sorriso.

Todos estavam na mesa bebendo e conversando, eu estava me divertindo e às vezes nossos olhares se encontravam, eu estava querendo e com tesão, aquele corpo que me deixava louco…

O tempo foi passando e as pessoas estavam indo embora, mas eu e ela não saímos da mesa, então fui chegando mais perto para conversar, até que nosso diálogo começou a ficar frequente. O que eu tinha percebido, era que todos puxavam assunto sobre trabalho e eu esperto, puxei um assunto bem aleatório. Também disse que não queria conversar sobre coisas chatas como trabalho, família ou política.

Então ela deu uma risada e concordou, perguntei se ela queria mudar de bebida ou que continuasse com a cerveja.

Então começou a tocar sertanejo, chamei ela para dançar, ficar colado corpo a corpo e sabia que dali coisas boas sairiam.

Ela encostou e senti o calor do seu corpo, aquele perfume que ficava cada vez mais denso com seu suor. Começamos a dançar e foi divertido, ambos não sabia dançar com tanto álcool na cabeça, ficou tão engraçado que estávamos dando risada de qualquer situação.

Pude perceber a verdadeira mulher na minha frente, sem estereótipos, sem pensar em decisões, era livre.

Ela disse que iria ao banheiro e pediu para que eu esperasse, então fiquei perto, encostado na pilastra. Ela saiu me procurando e encontrou, chegou bem perto e não resisti… Dei aquele beijo bem gostoso com a mão por trás em seu cabelo. O barulho do bar ficou de fundo, apenas conseguia escutar o som do seu coração batendo rapidamente, era a adrenalina impulsionando sua vontade.

Aquela situação me deixou excitado e ela percebeu, encostou um pouco mais e apertou meu pau para me instigar.

Perguntei se ela queria sair dali e concordou… Pagamos a conta e fomos para o estacionamento, estava escuro e não tinha nenhum movimento. Então encostei ela na porta do carro e voltei a beijá-la. Se entregou para mim e eu para ela, a cada pegada a vontade ficava cada vez mais forte. Olhei para os lados e não havia ninguém, passei a mão por cima da calcinha, queria sentir seu corpo quente e estava toda molhadinha. Ela para retribuir, soltou um pouco minha calças e enfiou a mão por dentro. Passava a mão em meu pau e dizia que queria ele dentro dela. Na loucura, ela abaixou ali mesmo, tirou meu pau e caiu de boca. Estava gostando e, ao mesmo tempo, apreensivo.

Puxei ela para cima, entramos no carro, ou melhor, no banco de trás.

Ela por cima e começamos a nos beijar. Começou a tirar a roupa e percebi o quanto ela era gostosa.

Tirou seu sutiã e puxou minha cabeça, queria senti minha língua instigando seus seios, que por sinal, eram gostosos.

Olhei para cima e ela estava se deliciando, sentindo um prazer intenso, eu queria mais, então não parei de chupa-la.

Ela parou, ficou de costas e pude perceber o dragão, cara, as costas me deixou louco e avancei, mordi, chupei, puxei seu cabelo, estava fora de si…

Então tirou sua saia, ficando com aquela bunda na minha frente, encostei e inspirei a sua buceta. Aquele perfume me deixou na vontade de chupar e senti seu gozo em minha boca. Ela percebeu e disse para chupar, puxei sua calcinha para baixo, abrir a sua bunda e comecei.

De cima para baixo, passei a língua para sentir o gosto, estava quente e toda molhadinha. Aquele cuzinho piscando para mim, deixaria para uma próxima, era tanta mulher naquele corpo, que não saberia o que escolher.

Arregacei mais ainda, então chupei seu clitóris, estava me deliciando, era um gemido tão gostoso que não parei até que eu pudesse ouvir…

— Vou gozar!

Senti seu corpo relaxar, suas pernas tremerem e sua buceta se contrair. Ela respirou fundo e me disse para encostar no banco… ficou ao lado, tirou meu pau para fora e começou a mamar gostoso. Me olhando e com cara de danada, sentia meu pau até sua goela e seus dentes encostando no meu saco. Ela de fato era experiente, até seu boquete era uma delícia.

Então ela voltou a sua posição e de quatro, pediu para sentir meu pau dentro dela.

Ela devagar foi descendo e encaixou, senti o banco da frente mexer por estar se apoiando e apertando com suas unhas de tanto tesão. Ouvi um gemido gostoso, aquele respirar denso que estava bem apertadinha…

Começou a cavalgar e aquela mulher de quatro era surreal.

Pedi para ela ficar de lado com a cara no vidro, que por sinal estava todo embaçado. Sorte a dela que o carro era novo e a suspensão aguentava o tranco daquela potranca.

Enfiei de ladinho, o carro ficou apertado para nós, mas não me importava, era só vontade de socar naquela vadia.

Estava gostando da posição, me arranhando e gemendo, estava com medo que alguém pudesse ouvir e chamar a segurança. Falei no ouvido dela bem baixinho, ela concordou e pegou minha camisa para colocar na boca.

Agora os gemidos eram mais altos e abafados pela camisa, mas ela fazia isso por que eu estava metendo com muita vontade.

Aquele momento ficava mais gostoso a cada metida, ela por cima, de lado, até que eu pedi para ela mamar, pois, estava com muita vontade de gozar na boca daquela cachorra.

Senti a vontade, comecei a gemer para mostrar que logo gozaria, disse bem baixo e ela esperou com meu pau na boca até que saiu e foi minha vez de sentir o mundo parar… Ela sem pudor, esperou até a última goza, abriu sua boca cheia de gozo e depois engoliu tudo, se acabando no leite quente…

Respirei fundo e dei aquele beijo gostoso para terminar a noite, ficamos ofegantes por um tempo e quietinhos, abraçados. Colocamos a roupa, abaixamos o vidro e em seguida aquele frio da madrugada… Ela me levou em casa e me desejou uma boa noite.

Não nos víamos muito, mas sempre que rolava happy hour, eu comparecia para termos uma longa noite de conversa e sexo gostoso.

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