Sexo às escuras [18+]

Idas e vindas, são poucas mulheres que querem estar no comando da situação, muitas vezes elas esperam coisas novas do parceiro e essa não foi diferente.

Saímos do cinema, pois, o clima ali era outro, o filme estava chato e a intenção era transar gostoso…

No caminho de casa fiquei pensando no que eu poderia fazer, queria ser diferente de garrafa gelada, gelo. O lugar pouco importava, então não precisava de muito para tornar aquela noite inesquecível.

Sempre gostei de pegar a mulher no cinema, a sensação que a qualquer momento pode aparecer uma pessoa é surreal. Aliás, todos os lugares que há pessoas e você tem a oportunidade de fazer uma rapidinha, é gostoso, não?

O clima continuou quente, pois, no estacionamento do shopping nos pegamos. Ela abriu meu zíper, caiu de boca, se deliciando e provocando com seus gemidos de puta na cama.

Parei na garagem de casa, saímos do carro, mas o fogo era tanto que ela se apoiou no capô, levantou seu vestido e me pediu para comer ela. Enfiei bem devagar e depois aumentei o ritmo.

Ela — Soca com força, seu safado!

Eram palavras que me davam tesão só de ouvir… A cada enfiada sem dó, eram suas unhas me arranhando.

Parei, peguei ela no colo e entramos em casa, não era nossa lua de mel, mas ela estava vendo estrelas.

Chegamos no quarto, tirei seu vestido, sutiã, calcinha, amarrei minha camisa em seu rosto, deixando às escuras.

Eu — Você é minha agora.

Ela — Me faça gozar com sua boca, gostoso!

Deitada, fiquei por cima, coloquei as mãos dela atrás da cabeça, totalmente submissa a mim.

Comecei a beijar a boca bem devagar, mordendo seus lábios e chupando-os… Fui para seu pescoço, beijando e passando a língua, sentindo seu corpo esquentando e ouvindo seus gemidos.

Subi para a orelha, soltando o ar quente da boca e falando besteiras para deixar ela excitada.

Eu — Sua puta, vou te comer em todas as posições, gozará até pedir para parar.

Ela — Me come agora.

Eu — Não, agora ficará na vontade, quero aguçar todos seus sentidos…

Voltei ao pescoço, com a língua, fiz o mesmo movimento que faria em sua buceta, sentindo seu corpo se contorcer…

Descendo… Fui para a mão esquerda, chupei seus dedos e depois passei meu pau em sua mão, ela agarrou com força e me pediu para colocar na boca, mas só fiz vontade.

Em seus peitos, passei a lingua e olhei ela mordendo os lábios, gemendo, sentindo o bico do peito ficando duro de excitada. Fiz a mesma coisa em sua mão direita.

Eu — Fica de costas!

Fiquei por cima, comecei a passar minha barba em suas costas e depois a língua. Peguei um óleo, passei no seu corpo e comecei a massagear suas costas. Com o movimento até a lombar e depois voltava, a cada ponto das costas deixando ela relaxada e claro, mordidas para aguçar a imaginação.

Eu — Fica de quatro!

Com aquela bunda gostosa, comecei a beijar e bater, morder, chamando ela de nomes que toda mulher gosta de ouvir.

Uma mão em cada poupa da bunda, abri e dei um beijo grego, descendo até seu vulcão em erupção, comecei a passar a língua e chupando seu clitóris bem devagar.

Ela — Me chupa com gelo, eu gosto da sensação.

Levantei, fui até a cozinha, peguei um gelo, voltei, coloquei na boca e continue a chupar. Ela gemeu bem denso, ouvindo sua falta de ar, suas mãos puxaram o lençol, seu corpo se contraiu. Dali em diante foram gemidos, mas não deu muito tempo e ela gozou, já estava na vontade desde o início da sacanagem.

Senti seu gozo em minha boca, mas continuei, enfiei dois dedos devagar e aumentei a velocidade.

Eu — Goza sua cachorra, é isso que você quer.

Ela gozou mais uma vez!

Pedi para ela ficar deitada com a cabeça pra fora da cama. Fiquei em cima, com sua cabeça entre minhas pernas, coloquei meu pau na boca e comecei a socar devagar até ela engasgar. Fazendo esse movimento até formar uma saliva densa, que saia de sua boca e envolvia meu pau.

Eu — Fica de quatro, chegou sua hora!

Enfiei devagar, encaixei gostoso, peguei em seu cabelo com força e puxei para mim. Socava com força, não existia mais delicadeza naquele momento.

Ela — Me come gostoso, fode, mete esse pau dentro de mim!

Tirei a camisa dela do rosto, fiquei deitado, ela por cima, agachada, começou a sentar, ouvindo sua bunda bater em meu corpo. Ela parou e foi minha vez de enfiar bem rápido, com ela me arranhando e batendo na minha cara.

Ela cansou, comi ela de lado, de frente, até sentir vontade de gozar. Me levantei, ela ficou de joelhos me chupando e esperando, tirei o pau da boca dela e gozei em seu rostinho lindo… Espalhando e batendo na cara dela, para finalizar a noite com uma surra de pau.

Fomos para o banho, água quente, sentindo seu corpo ao meu, era só um esquenta para outras vontades vir a tona para transarmos de novo…

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