Um jantar a dois [+18]

Chegamos no apartamento, a porta se fechou, me virei contra a parede e puxei ela rapidamente. Ficamos cara a cara, nos olhamos por 3 segundos…Foi o momento do meu fogo subir e começamos a nos beijar intensamente. Cada suspiro, cada beijo, a mão por trás da cabeça dela segurando o cabelo, apertando a bunda com força. Cada um tentando dizer ao outro, que aquele momento não poderia parar de jeito algum.

Tirei a blusa dela, como vampiro fui direto no pescoço. Comecei a passar a língua devagar só pra provocar, queria deixar a situação mais fervorosa. Passei a mão em baixo, por cima da calça, somente com o dedo do meio, de baixo pra cima, de cima pra baixo. Queria ver até onde iria seu limite, te queria submissa a mim, que relaxasse, sentisse que hoje, gozaria até dizer chega.

Senti seu corpo se entregando ao prazer, ela pegou no meu cabelo, puxou minha cabeça pra trás e começou a retribuir os beijos no pescoço. Aquele beijo quente, aquela língua passando em minha pele, subindo até chegar na orelha, me senti todo arrepiado, queria por um instante deixar ela no controle da situação. Tirei minha blusa, ela voltou a beijar minha boca, meu pescoço, foi para meu peito, passando a língua e me olhando com cara de safada, louca pra chupar. Passou a língua na minha barriga e puxei ela…

Eu – Relaxa, vamos aproveitar esse momento gostoso

Ela tirou o sutiã, aqueles peitos gostosos, até salivei de tanta vontade que deu. Virei ela contra parede, peguei em cada mão e segurei contra a parede. Olhei pra ela com cara de safado e dei um sorriso, demonstrando que dali ela não sairia.

Voltei a beijar seu pescoço com mais intensidade, fui descendo com a língua e seu corpo pulsando adrenalina. Cheguei em seus peitos, aquela pele macia, perfume gostoso de manga do creme que passou após o banho. Comecei a passar a língua devagar em seus bicos, olhando em seus olhos, percebendo que ali não tinha mais uma mulher inocente, boa moça. Era tudo o que ela queria ser, sem máscaras.

Soltei ela, puxei em direção ao balcão, tirei tudo o que tinha nele, coloquei ela virada pra cima, deitada,deixei somente o coques dela na ponta do balcão. Apoiei suas pernas em meus ombros, de longe via ela sentir uma sensação de choque com o gelado do balcão, com o quente do seu corpo, aquele suor que me deixava louco.

Comecei a beijar a parte de dentro da coxa, descendo até onde ela queria que chegasse, troquei para outra perna, a intenção era demorar o máximo possível, para que ela imaginasse como seria a hora H.

Sentia seu corpo suar, se mexer cada vez que eu descia com o beijo, com a língua, ouvia baixinho seus gemidos de tesão. Cada vez mais quente, cheguei com a língua e a alma, momento de conectar nossos corpos num só, aquele momento que sentiria em minha boca, seu corpo derreter de tantas sensações boas.

De bom moço não tenho nada, mas esse momento é tão delicado e gostoso, que não tenho pressa pra nada, queria fazer ela gozar e se não conseguisse, deixar o mais próximo possível.

Com o dedo do meio acompanhando, como uma dança sensual, chupava-a e enfiava o dedo, abrindo portas do seu corpo e te relaxando por dentro. Era uma sincronia gostosa, minha língua, meu dedo, seu corpo, gemidos, aquilo se estendeu por alguns minutos. Estava quente, muito quente, Rio 40 graus era nada, perto do que sentíamos.

– Psiu

Chamei ela e olhou pra mim, com o dedo indicador, chamei ela pra vim de encontro a mim. Peguei ela no colo e voltei a beijar ela, levei para o quarto, joguei ela na calma, tirei meu cinto, minha calça, meu tênis, minha meia.

Ela ficou de joelhos em minha frente, pegou no meu pau, começou a lamber ele de lado e me olhando. Passando a língua na cabeça e depois ele começou a sumir em sua boca, com as mãos, segurei sua cabeça e com um movimento forte, comecei a meter em sua boca, ouvindo ela engasgar.

Tirei o pau da sua boca, dei um tapa gostoso em seu rosto, beijei com tesão sua boca e sussurrei.

– Vou te comer gostoso!

Botei ela de 4, toda apertadinha, dei aquela lambida gostosa, depois um tapa na bunda, deixando a marca da minha mão. Comecei a enfiar devagar, senti uma tensão no corpo dela e um gemido gostoso. Peguei no cabelo, puxei a cabeça pra trás, chamei de puta, bem baixinho no seu ouvido.

Aumentei a intensidade do movimento, ouvindo o som do meu corpo de encontro a bunda dela, tapas, gemidos e o barulho da cama, uma sinfonia de Beethoven.

Deitei de lado e ela ficou de costas pra mim, levantei a perna dela e ela enfiou meu pau, comecei a comer ela de ladinho, com movimentos fortes, levando ela a loucura. Ela olhou pra mim e começamos a nos beijar, mordia os lábios dela, demonstrando o tesão que sentia naquele momento.

Então ela veio por cima e começou a cavalgar, apertava os peitos dela e beijava aquela boca carnuda. Pedi pra ela ficar sentada, apoiando seus pés na cama, segurei a bunda dela e comecei a meter com velocidade, sentia que as pernas dela já não tinham mais forças com tanto tesão que corria em seu corpo. Gemidos altos que daria pra escutar de longe, ela começa a dizer que iria gozar e não parei até ela dar aquele gemido de gozo, aquela pausa, aquele sorriso saindo da boca dela, de quem estava vendo estrelas.

Ela começou a chupar gostoso meu pau pra gozar, mas eu estava com tanto tesão, que não conseguia. Relaxei e fiquei olhando aquela carinha de anjo fazendo um boquete gostoso, depois de algum tempo, comecei a senti à vontade de gozar, disse que estava quase lá e gozei na boquinha dela. Puxei ela e dei um beijo gostoso, demonstrando que não tenho nojo de beijar uma boca depois de um boquete.

Me levantei e comecei a pegar as roupas deixadas no meio do apartamento, dando risada de quem acabou de fazer uma loucura com uma mulher que não demonstrava ser um louca na cama.

Gosto assim, o mistério não parte somente de mim, amo desvendar esses mistérios, não é à toa que sou investigador.

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